Thomar

tomar

Thomar

São águas que correm por ti,
Que lavam as tuas calçadas,
Levam nelas a tua história
Dos Templários e das suas pegadas.

O Nabão atravessa as idades
E conta o teu passado.
A tua roda gira ainda no rio,
O Mouchão ainda canta o Fado.

És bela, cidade da minha infância,
Quando te decoras de flores
Para os Tabuleiros enfeitares
De pão e de todas as cores.

E lá no cume do monte
Observa ainda o teu Convento
Com os olhos de quem lhe deu o nome
A bondade do Cristo atento.

Dulce Morais

Se desejar saber mais sobre:

Poema inicialmente publicado
no Tubo de Ensaio, aqui.

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3 respostas a Thomar

  1. Neo OneEon diz:

    A foto e especialmente o poema dão “água na boca”, dá vontade compartilhar de vosso olhar poético sobre tão lindo lugar! Abraços poéticos!

  2. Linda poesia.
    Tua descrição passa uma ternura que nos faz querer correr estas águas também.

  3. Dulce, linda homenagem à terra da sua infância. Lugar maravilhoso!
    Abração grandão,
    Manoel

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