Versos da Irreverência

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Versos da Irreverência

Há na irreverência
uma nobre elegância,
e na determinada insistência
um rasto de infância.

São raros os honestos
que na genuína atitude,
sem gritos ou inúteis gestos,
demostram, da pureza, a amplitude.

A verdadeira e pura alma,
sem estrondos insubmissa,
vive irreverente e calma,
da individualidade o mastro iça.

Não se pensa nem calcula
aquela que o coração vive.
É uma fonte, um sentimento que pula,
uma originalidade que sobrevive.

Há na irreverência
uma nobre elegância,
uma rebelde inocência,
da liberdade a fragrância.

Dulce Morais

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12 respostas a Versos da Irreverência

  1. Ela nunca me pareceu tão bela e salutar como nos teus versos. Lindo minha querida!

  2. Isa Lisboa diz:

    Se irreverência é sermos fieis a nós próprios, pois então, sejamos irreverentes! 🙂

    Beijinhos

  3. +Palavras ao Vento diz:

    Cara Dulce.
    Simplesmente… Fantástico!
    Houve uma identificação imediata…
    Parabéns!

  4. aula de sabedoria hein moça rs…
    congrats!

  5. Dulce, achei maravilhoso este seu poema. Gostei especialmente da segunda estrofe. Penso que de fato são raros estes honestos que com sabedoria sabem expor um ponto de vista que nos leva a ampliar os horizontes.
    Gostei muito! Parabéns.

  6. perolazita diz:

    Há na irreverência algo de distinto, tens razão.

    Beijinhos

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