Invisibles

Invisibles

Il y a des forêts impénétrables
et des secrets indicibles.
Il y a des montagnes inatteignables
et des coeurs indescriptibles.

Dans les replis de l’âme
il reste comme un parfum de mystère.
Une senteur que les sens blâment
Pour une vie, un siècle, une ère.

Il y a des êtres à découvrir
et des pensées à cacher.
Il y a des mains à unir
et des moments à graver.

Dulce Morais

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Uma resposta a Invisibles

  1. Ruthia diz:

    Que delicado poema, Dulce. E assim, de pequenos momentos, cheiros e cores, se constrói a nossa vida e a nossa memória.
    Que bom que está de volta.
    Abraço, bom fim-de-semana
    Ruthia d’O Berço do Mundo

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