A Solução – Conto

Arte: Lady in Red por Denilce Luca http://dnlucaliveart.blogspot.com/

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A Solução – Conto

A Solução – Capítulo I
A Solução – Capítulo II
A Solução – Capítulo III
A Solução – Capítulo IV
A Solução – Capítulo V
A Solução – Capítulo VI
A Solução – História de um conto

2 respostas a A Solução – Conto

  1. Então…
    Eu lí o conto dito tão “melindroso”, e não sei bem o que dizer, porque sinto um deslocamento cultural, por ser de outro país.
    Vou fazer assim: vou comentar DIRETAMENTE, usando para tanto, claro, minha perspectiva, e minha cultura.

    Vamos abordar por dois ângulos:
    No da ESCRITA, bem, não ví nada de excepcional, mas de também não ví nada de errado. O texto serve ao seu propósito, o de contar a história. O que de certa forma é um alivio, porque é meio cansativo, este negócio de cada coisa no mundo tentar reinventar a roda!

    Sobre o ângulo da história: Aqui, sinto ainda mais a diferença cultural! Porque sinceramente, não entendo porque a história trouxe tantas reações negativas. A bem da verdade, sob meu prisma – e da maioria das pessoas que conheço – não há nada de absurdo nos acontecimentos narrados. Me parece um moralismo BEM hipócrita, alguém condenar uma personagem, pelo que ela viveu.

    Nem vou dizer o quanto é idiota condenar um escritor por uma história! Seria o mesmo que surrar um ator por ser talentoso em interpretar um vilão, por exemplo. Se o autor em questão escrever sobre um assassinato, ele deverá então ser preso? E antes que algum moralista “anõnimo” corra para dizer que a história INCITA práticas imorais, devo dizer que se há algo imoral no texto, é um “homem” (não creio que ele MEREÇA ser chamado assim…) deixar uma mulher em situação complicada, de forma imoral e ilegal, por conta de sua vaidade, ainda mais em um caso em que ela apenas reagiu como qualquer pessoa com o mínimo de amor próprio e dignidade, faria, frente a um erro dele!

    Voltando à personagem e seus atos: Eu, como escritor, Brasileiro, e criatura pensante, não entendí toda a vergonha que ela sentiu ao ser confundida com uma prostituta. Ainda mais sendo que, quem a confundiu, era um homem de bom nível, provavelmente acostumado com as mulheres mais interessantes.

    Ao meu ver, a personagem deveria ter ficado lisongeada, e no mínimo, ter rido muito da divertida confusão.
    Ela JA havia dormido com ele, e espontaneamente! E o texto não diz em momento algum que ela foi desrespeitada por ele. Assim sendo, vem a pergunta: O que há de errado?

    Concluindo: Se ela conseguiu descobrir uma forma de honrar compromissos que um pseudo-homem não honrou, ainda por cima, sendo desejada, admirada e bem-sucedida… Bem, eu não a vejo como digna de repulsa, e sim de admiração!

    Obrigado pela leitura!

    • Tangrê,
      É raro encontrar um leitor que comente de forma tão completa.
      A reacção de alguns leitores foi extrema e, deve dizer-se, violenta. Porém, esta deve ser vista como a manifestação do preconceito e não como uma critica do conto ou da sua história.
      Obrigada pela opinião tão completa e a análise dos diversos elementos!

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